Te (Re)Apresento: The Script

Salve vós, pessoal! Neste novo espaço aqui no PontoJão, apresentaremos bandas novas para você – ou te lembraremos que algumas existem. Em alguns casos, você vai ter aquela famosa sensação de “conhecia essa música, mas não sabia de onde”, ou vai expandir seus horizontes sobre aquela banda para além da canção que estourou no rádio há 10 anos. E mais do que isso: caso você ame a banda, passe este post para algum amigo que não a conhece passar a conhecê-la! Tem coisa melhor do que compartilhar música boa?

Tem sim. Compartilhar música ótima. Eu te (re)apresento: The Script.

Posso dizer com segurança que uma das minhas maiores frustrações musicais de minha curta vida é não ter visto o The Script no Rock in Rio. A banda de Dublin soma quatro álbuns em 15 anos de carreira, e em sua vinda ao Ri-oh di Ja-nei-roh, eu não consegui vê-los usando a bandeira enquanto cantam uma música qualquer de sua composição. De qualquer forma (ou talvez por isso), The Script continua tocando nas minhas listas, e você pelo menos conhece esta música deles, com toda certeza:

Falamos aqui de alguns destaques nos álbuns da banda. Para ouvi-los no Spotify, só clicar nos nomes ou nas capas!

     1. #3 (2012)The-Script-3-Final-2012.png

Sim, estou começando por um dos álbuns mais recentes deles – e talvez o melhor. É em #3 que está a música acima, “Hall of Fame”, feita com Will.I.Am, do Blackeyed Peas, que chegou longe em todas as paradas de sucesso. Por outro lado, essa nem de longe é minha música favorita; “Six Degrees of Separation” é uma ótima canção fossa, enquanto “No Words” é extremamente poética. Aindda assim, é “Broken Arrow” que canto à plenos pulmões quando toca nos meus fones de ouvido.

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        2. Science & Faith (2010)

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Agora que você já pegou o estilo da banda, já dá para voltar dois anos e ouvir este álbum. Como o próprio título aponta, o segundo trabalho do The Script mescla temas metafísicos, como amor e fé, com conceitos mais tangíveis. Embora não seja um álbum ótimo, foi dele que saiu o sucesso “For the First Time”, outra música romântica que mostra um diferencial do The Script: fazer baladas com um ritmo próprio, que não deixa a banda parecer só mais uma dentre tantas que rimam “amor” com “dor” e “calor” (ouviu, Flausino?).

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        3. The Script (2008)

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Depois de ouvir os anteriores, vocês já podem escutar o meu favorito (ou ir nele direto). É fácil notar como a qualidade técnica da banda cresceu nos álbuns que sucederam este, mas ainda percebo mais alma e proposta nova no homônimo de lançamento do grupo irlandês. “We Cry” começa o CD discretamente, mas “Before the Worst” abre uma sequência que segue com “Talk You Down”, “The Man Who Can’t Be Moved” e “Breakeven” – todas ótimas músicas. “Rusty Halo” quebra com uma proposta diferente, mas “The End Where I Begin” é provavelmente a melhor música do trio. Ouve abaixo.

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E é isso! Pelo seu som, que consegue ser pop sem ser comum, The Script merece o destaque que vem recebendo, e espera-se que a banda lance um novo trabalho até o início do ano que vem – mantendo seu hiato de somente dois anos entre um álbum e outro. O último, “No Sound Without Silence”, não repetiu a criação de hits dos CDs anteriores, além de ter decaído em qualidade – mas nada que te impeça de ouvir e tirar suas próprias conclusões.

Gostou? É fã da banda e discorda da minha seleção? Não é fã da banda mas discorda mesmo assim só porque é divertido? Conheceu agora e curtiu? Comente aqui!

Aproveite e leia também:

A última Te (Re)Apresento, com Switchfoot.

Também usamos Switchfoot em nossa trilha sonora no PontoCast de Napoleão, 007 e Canibalismo na Moda.

Nossa outra coluna de música, Yellow Sounds.

 

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erikavilez

Erik (sem C) é escritor, roteirista e dançarino de hula profissional lá fora. Aqui dentro, Erik é redator-chefe e comercial do site, além de criador, host e editor do PontoCast, o podcast carro-chefe da casa.