Te (Re)Apresento: Switchfoot

Salve vós, pessoal! Neste novo espaço aqui no PontoJão, apresentaremos bandas novas para você – ou te lembraremos que algumas existem. Em alguns casos, você vai ter aquela famosa sensação de “conhecia essa música, mas não sabia de onde”, ou vai expandir seus horizontes sobre aquela banda para além da canção que estourou no rádio há 10 anos. E mais do que isso: caso você ame a banda, passe este post para algum amigo que não a conhece passar a conhecê-la! Tem coisa melhor do que compartilhar música boa?

Tem sim. Compartilhar música ótima. Eu te (re)apresento: Switchfoot.

maxresdefault

Para isso, uma rápida biografia da banda. Formada em San Diego, Califórnia, em 1996 por Jonathan e Tim Foreman e Chad Butler, o Switchfoot começou sua estrada dentro do rock cristão. Em 2003, com seu álbum “The Beautiful Letdown“, a banda ganhou o grande público, em grande parte por causa da música I Dare You to Move, presente no filme “Um Amor Para Recordar” – sim, aquele filme do cara que leva a garota para a fronteira para ela estar em dois lugares ao mesmo tempo.

Separamos aqui os álbuns mais maneiros para caso você queira conhecer a banda, ou para rememorar os melhores momentos dela – até agora. Para ouvi-los no Spotify, só clicar nos nomes ou nas capas!

         1. The Beautiful Letdown (2003)

1295123481_61gb5lcttdl._

É um bom álbum para começar porque te dá uma ideia de o porquê o Switchfoot alcançou a fama no início dos anos 2000. O relançamento de I Dare You to Move, aqui na versão do filme, deu uma catapultada no compacto, que tem outras faixas bem bacanas, com destaques para as últimas quatro faixas do álbum. Gone é uma típica música do grupo, um hino contra o consumismo e busca por algo além da aparência; On Fire é uma balada com linda letra e melodia que te persegue; Adding to the Noise é um dançante mea culpa da banda, e era a abertura do meu programa de rádio (bons tempos), e Twenty-Four é uma música que, mesmo depois de todos esses anos, nunca saiu da minha cabeça.

*

        2. Oh! Gravity. (2007)

Oh! Gravity

Saltamos quatro anos (e o “Nothing Is Sound“, 2005) para ouvirmos “Oh! Gravity.“, de 2007. Aqui a banda já aproveitava do seu sucesso, já tendo acumulado Grammys, discos de ouro, platina, adamantium, vibranium e todos esses prêmios de tabela periódica por aí, e resolveu encerrar seu contrato com sua grande gravadora, a Columbia Records. Este último álbum lançado pelo selo é outro deleite enérgico, com músicas potentes como a faixa titular, bem como American Dream – mais uma vez criticando a sociedade que vivem, neste caso o Sonho Americano do título – e a canção literária Faust, Midas & Myself, baseada em sonhos do vocalista Jonathan Foreman. Meu destaque aqui vai para a ótima Amateur Lovers, uma música que fala sobre a relação dos jovens com o amor, em seu misto de ansiedade, insegurança e total inabilidade de lidar com seus sentimentos.

*

        3. Learning to Breathe (2000)

learning to breathe_huge

Encerramos nossa viagem de (re)conhecimento voltando sete anos, agora para o lançamento de Learning to Breathe, o álbum no qual o tecladista Jerome Fontamillas se juntou à banda. Com um estilo que já se afastava mais do alternative rock do fim dos anos 90 (que provavelmente vai ser um estilo recorrente neste espaço), o Switchfoot começa a flertar com um som mais radiofônico. Isso já fica claro na abertura do álbum, com a já comentada I Dare You to Move, em sua versão original, You Already Take Me There e em uma das minhas músicas favoritas dos californianos, Poparazzi. A crítica ao estilo de vida das celebridades e a indústria frívola que se constroi em torno dela é alvo do escárnio de Foreman e companhia, e o resultado é uma adorável música desagradável para muitos.

*

        Menções honrosas

A canção Only Hope, do álbum “New Way to be Human”.

Stars, lá do “Nothing is Sound”.

Selling the News e Where I Belong, do “Vice Verses“.

***

Gostou? É fã da banda e discorda da minha seleção? Não é fã da banda mas discorda mesmo assim só porque é divertido? Conheceu agora e curtiu? Comente aqui!

Aproveite e leia também:

A última edição da nossa coluna musical, Yellow Sounds.

Sobre o último álbum da próxima banda do Te (Re)Apresento.

Nosso podcast sobre bandas que deveriam ter acabado.

 

The following two tabs change content below.

erikavilez

Erik (sem C) é escritor, roteirista e dançarino de hula profissional lá fora. Aqui dentro, Erik é redator-chefe e comercial do site, além de criador, host e editor do PontoCast, o podcast carro-chefe da casa.