Primeiras Impressões: Dying Light

Eis que finalmente consigo uma folga para testar uma das minhas aquisições da Black Friday. Eu já vinha namorando esse jogo desde seu lançamento em janeiro desse ano quando vi vário gameplays de alguns amigo que tinham comprado. E agora aproveitando a onda de descontos consegui minha versão de Dying Light e trouxe minha sincera opinião sobre os 10% iniciais de jogo que joguei.

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Dying Light. é um jogo de Horror Survival situado em uma cidade que sofreu de uma infecção de um virus que faz com que a pessoa entre em um estado de decomposição, perca suas atividades cerebrais e fique extremamente agressiva. Em resumo, é mais um jogo de zumbi. Mas, se ele é só mais um jogo de zumbi, porque prendeu tanto minha atenção desde janeiro?

A resposta é bem simples na verdade. Dying Light conta com uma mecânica de movimentação bem interessante, semelhante a de Assassin’s Creed, que é baseada no Parkour e a cidade onde o jogo se passa é uma grande favela o que gera muitas vias de movimento que normalmente não são possíveis em um jogo. Além disso o jogo não é apenas um jogo onde você tem que matar zumbis pra viver. Ele conta com uma série de possibilidades de construção dos equipamentos e das habilidades do seu personagem, trazendo uma certa mescla de RPG e jogos de Survival que combinam muito bem com Ação e mundo semi-aberto de Dying Light.

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Mas nada disso chega perto de ser tão marcante quanto a mudança de clima gerada pela hora em que o jogo se passa. A variação de hora no jogo, como o próprio slogan já indica, é um fator único. O jogo que flui com uma certa facilidade durante o dia, com os zumbis não muito ativos e fáceis de se evitar, passa a ser uma frenética luta pela vida após o cair da noite, com zumbis ficando muito mais agressivos e fortes, e com a aparição dos Pesadelos, que como o próprio nome já indica são bem problemáticos no inicio do jogo.

Além disso pelo pouco que joguei consegui notar que a história toma um rumo diferente do padrão dos jogos de zumbi, onde você joga com um cara qualquer que tenta sobreviver a um apocalipse de monstros e o governo quer acabar com tudo com uma grande arma que vai matar todos inocentes juntos. Bom, talvez não seja tão diferente assim, pois de fato a cidade vive um apocalipse zumbi, e o governo quer acabar com tudo usando uma bomba que limpe a cidade do vírus levando todos os civis juntos. Mas a diferença é que dessa vez você é um dos caras do governo, altamente treinado pra sobreviver em ambientes hostis que se infiltra no meio das linhas de sobreviventes para achar um traidor que devem o projeto de cura inacabado que pode virar uma arma biológica.

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Em sumo Dying Light parece um grande jogo e já oferece bons momentos de diversão e susto desde o inicio. Parece ter uma história interessante que chama sua atenção e possui uma grande gama de personagens. Unica coisa que me decepcionou um pouco no jogo foi a falta de uma trilha sonora de peso. Mas nada que estrague um jogo como esse.

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